Completo ou coparticipação: entenda qual plano de saúde é a melhor opção para você

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A saúde é uma prioridade na vida das famílias, entretanto, o Sistema Único de Saúde (SUS) não consegue absorver adequadamente toda a demanda da população brasileira. Em vista disso, boa parte das pessoas acaba buscando no plano de saúde uma alternativa de atendimento eficaz, que garanta tranquilidade e bom atendimento.

Segundo o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde contabilizou, em 2014, 4,1 bilhões de tratamentos ambulatoriais, 1,4 bilhão de consultas médicas e 11,5 milhões de internações. Os números são expressivos, mas os atendimentos ainda são insuficientes para cobrir as necessidades dos quase 170 milhões de brasileiros.

Dados da Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS) registraram, em setembro de 2016, o número de 48,3 milhões de beneficiários em planos privados de assistência médica – desses, 32 milhões fazem parte da modalidade coletivo empresarial, 9,4 milhões, da modalidade individual/familiar e 6,5 milhões, da modalidade de coletivos por adesão. Esses números mostram a grande procura da população por um plano de saúde que lhes dê segurança e a certeza de atendimento quando necessário.

Entretanto, na hora de contratar o serviço, surgem diversas dúvidas. Uma das principais é quanto à escolha entre plano de saúde completo ou de coparticipação. Entenda, no post de hoje, a diferença entre essas duas modalidades e saiba escolher a opção mais adequada à sua realidade.

Plano de saúde completo

O plano de saúde completo pode ser individual ou familiar, e possui um valor fixo. Existe um mito de que esse tipo de mensalidade é mais cara, porém, devido à grande oferta de operadoras hoje em dia, é possível encontrar valores de planos completos compatíveis até mesmo com os de coparticipação.

Se você possui uma doença preexistente, é gestante, planeja uma gravidez ou pretende fazer plano familiar que inclua crianças pequenas, um plano de saúde na modalidade completa pode ser o ideal, uma vez que a probabilidade de agendamento de consultas e exames com frequência ao longo do mês é grande. Com o plano completo, você pagará mensalmente o preço acordado no contrato e nenhum outro valor a mais para agendar as especialidades desejadas, independentemente do número de procedimentos realizados mensalmente.

Plano de saúde de coparticipação

Já o plano de saúde de coparticipação é um pouco diferente. Na hora de escolhê-lo, é preciso avaliar se ele realmente será o mais benéfico para você. Nessa modalidade, ao realizar uma consulta, exame ou qualquer procedimento médico, você vai precisar investir um valor complementar ao já pago pela mensalidade.

Essa taxa é acertada no momento em que você contrata o plano de saúde de coparticipação – e é um valor fixo ou percentual. Ao aderir ao plano de saúde, você saberá quanto irá pagar se precisar de algum serviço, por isso, dependendo da utilização mensal de consultas e exames, o valor total desembolsado na coparticipação pode superar o da mensalidade de um modelo completo. Assim, essa modalidade é recomendada para quem não pretende realizar muitas consultas ou procedimentos médicos ao longo do mês, mas quer ter um plano de saúde para sentir-se amparado no caso de necessidade.

Outro detalhe importante, que precisa estar claro no momento da adesão ao modelo de coparticipação, é se esse valor será pago cada vez que você utilizar um serviço ou cobrado em sua fatura. Também é preciso ficar atento, pois, na coparticipação, o plano de saúde não pode cobrar o valor integral e, sim, uma parte dele. Essa medida é uma recomendação da ANS, que proíbe a cobrança integral do procedimento, por dificultar o acesso do consumidor ao plano de saúde.

Conforme estudo, o plano de saúde é prioridade para brasileiros – ficando atrás, apenas, do sonho de ter uma casa própria. Ele é símbolo de segurança e de cuidado com a nossa saúde e com a de quem amamos. Por isso, é importante realizar a contratação desse serviço tão fundamental evitando impulsos, e avaliando suas reais necessidades. É recomendável realizar simulações de uso conforme seu perfil para ter a certeza de que está tomando a decisão correta. A ajuda de consultores, nessa hora, pode ser essencial.

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